Wake Up – Suicide Silence
Wake up, wake up!
This is no hallucination
This is what we have become
This is what dreams are made of
Go look in the mirror.
Wake up, wake up!
This is no hallucination x2
Do we still exist?
I can't see my face.
Or are we just rot here?
I can't see my face
.Wake up, wake up!
This is no hallucination
This is what we have become
This is now what dreams are made of.
Wake up, wake up! x8
Come on, come on you've got to wake the fuck up
Wake up, wake up!
This is more than you bargained for
It took so long so you ate some more
You did too much man, you did too much!
Wake up, wake up! x4
Acoder, acorde!
Isto não é uma alucinação
Isto é que nós nos tornamos
Isto é do que os sonhos são feitos
Vá e olhe no espelho.
Acorde, acorde!
Isto não é alucinação!
Nós continuamos a existir?
Eu não posso ver meu rosto.
Acorde, acorde!
Isto não é alucinação
Isto é que nós nos tornamos
Isto é do que os sonhos são feitos.
Acorde, acorde!
Venha logo, você tem que acordar p***a!
Acorde, Acorde!
Isto é mais do que você estava procurando
Isso levou muito tempo mas você levou (comeu) um pouco mais
Você fez muito cara, você fez demais!
Acorde, acorde!
22 de março de 2010
18 de março de 2010
Evolução e Técnica

O Rock evoluiu muito em pouco mais de meio século de existência, hoje “Rock” engloba um mundo de possibilidades e gêneros, esse desdobramento em vertentes tomou impulso nas últimas décadas. A fim de analisar esse fenômeno, e tendo em conta a dificuldade de abordar o tema de forma competente usando aspectos gerais, neste post vou tratar da “evolução” do rock a partir da técnica.
Por técnica não vamos entender somente habilidades musicais adquiridas através de estudos, ou por meio autodidata , mas vamos estender nossa compreensão às tecnologias, aos avanços técnicos nos instrumentos e equipamentos e às novas tecnologias de gravação e produção em geral. Não fiquemos presos a noção “básica” deste termo.
Quando eu comecei a pensar sobre essa questão da técnica e em suas conseqüências sobre a música as primeiras bandas que me vieram à cabeça foram aquelas que são chamadas ou se denominam extremas e as bandas que optam pela virtuose na expressão de seu som. Guitarristas tocando numa velocidade quase surreal, bateristas que parecem estar disparando uma metralhadora, vocalistas explorando sonoridades cada vez mais baixas, até aonde isso vai chegar? Não é bem essa a questão.
Quando nos bastamos de sermos ouvintes, parece que cada novo absurdo surgiu por geração espontânea, sendo comum a fala: “Uau! De onde esse cara tirou isso?”. Não estou discutindo a genialidade de pessoas como Eddie Van Halen, aonde eu quero chegar é no papel da “técnica” nessa história. No final dos anos 70 ele revolucionou, levou o instrumento guitarra a outro patamar, assim como fez Jimmy Hendrix pouco mais de uma década antes, hoje, século XXI, um garoto de 15 anos pode fazer o que eles faziam dentro de seu quarto em frente a um computador. Quarenta anos se passaram de 70 para cá, hoje temos instrumentos muito mais avançados, nós temos softwares, Van Halen não tinha noção do que era isso naquele tempo.
Novas tecnologias inseridas por novos equipamentos e softwares e novas técnicas que vão sendo incorporadas ao “modo de tocar determinado estilo”, que podem ser aprendidos e absorvidos pelos músicos, nos levam então a novos patamares.
Como ilustração a esse post segue o vídeo da banda brasileira Krisiun que é tida como o expoente extremo do metal nacional.
Por técnica não vamos entender somente habilidades musicais adquiridas através de estudos, ou por meio autodidata , mas vamos estender nossa compreensão às tecnologias, aos avanços técnicos nos instrumentos e equipamentos e às novas tecnologias de gravação e produção em geral. Não fiquemos presos a noção “básica” deste termo.
Quando eu comecei a pensar sobre essa questão da técnica e em suas conseqüências sobre a música as primeiras bandas que me vieram à cabeça foram aquelas que são chamadas ou se denominam extremas e as bandas que optam pela virtuose na expressão de seu som. Guitarristas tocando numa velocidade quase surreal, bateristas que parecem estar disparando uma metralhadora, vocalistas explorando sonoridades cada vez mais baixas, até aonde isso vai chegar? Não é bem essa a questão.
Quando nos bastamos de sermos ouvintes, parece que cada novo absurdo surgiu por geração espontânea, sendo comum a fala: “Uau! De onde esse cara tirou isso?”. Não estou discutindo a genialidade de pessoas como Eddie Van Halen, aonde eu quero chegar é no papel da “técnica” nessa história. No final dos anos 70 ele revolucionou, levou o instrumento guitarra a outro patamar, assim como fez Jimmy Hendrix pouco mais de uma década antes, hoje, século XXI, um garoto de 15 anos pode fazer o que eles faziam dentro de seu quarto em frente a um computador. Quarenta anos se passaram de 70 para cá, hoje temos instrumentos muito mais avançados, nós temos softwares, Van Halen não tinha noção do que era isso naquele tempo.
Novas tecnologias inseridas por novos equipamentos e softwares e novas técnicas que vão sendo incorporadas ao “modo de tocar determinado estilo”, que podem ser aprendidos e absorvidos pelos músicos, nos levam então a novos patamares.
Como ilustração a esse post segue o vídeo da banda brasileira Krisiun que é tida como o expoente extremo do metal nacional.
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